A primeira vez que ouvi "você prefere ter razão ou ser feliz?" o interlocutor disse que era para os casados mas no decorrer do cotidiano percebi que podemos extender a outras ocasiões da vida também. Muitas vezes no trabalho, em uma discussão mais calorosa, etc. Não é minha pretensão criar uma regra maniqueísta, preto ou branco, fogo ou água, porque nesta vida infeliz ou felizmente poucas coisas são assim, perfeitamente definida, com regras claras.
Mais uma oportunidade para exercitarmos o habilidade do pensamento, da reflexão e principalmente do questionamento.
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