sábado, 14 de fevereiro de 2009

Dr. Cesar Cavalheiro, uma homenagem

Com o nascimento de minha filha Helena, tive a oportunidade de reencontrar uma pessoa quase folclórica que fez parte da minha infância. Quero muito escrever sobre ele e a melhor maneira que encontrei para fazer isto é dividir o conteúdo em duas partes. Sendo que na primeira falarei sobre o lado pessoal, como ele entrou em nossa família, se tornou um personagem, esteve virtualmente, digamos assim, presente em diversas situações familiares. E na segunda parte pretendo observar o profissional fascinante, que aos 73 anos esbanja vitalidade, memória, lucidez, atual com seu ofício e em certos pontos ar tranquilizante de pai, por conhecer profundamente o terreno em que pisa.

Como diz alguns amigos comecemos pelo começo, minha filha nasceu segunda-feira passada dia 09 de fevereiro em Itatiba, na quarta-feira eu e minha esposa a levamos a pediatra que cuidou de minha cunhadinha, lá em Itatiba mesmo, nossa terrinha. Na noite de quarta para quinta-feira daquela semana ela começou a chorar desfreiada e ininterruptamente. Com muito esforço meu sogro encontrou o telefone residencial da doutora que em 10 minutos, da maneira dela, “tranqüilizou” minha esposa. Bom, no finalzinho da conversa, minha esposa pediu o telefone residencial dela, uma vez que a própria doutora à pedido do meu sogro tinha ligado em casa por isso não tínhamos o telefone dela, e para o caso de alguma eventualidade. Parenteses: imprevistos e eventualidades dificilmente acontece à pais de primeira viagem, não acham?!

Foi quando minha esposa terminou a conversa rapidamente, colocou o telefone no gancho já derramando as primeiras lágrimas. Ela tinha ficado inconformada com a negação da doutora em não passar o telefone e se fosse caso de emergência ou outra necessidade ela estaria disponível no horári comercial no consultório que sabíamos bem onde ficava. Ora bolas, no horário comercial podemos encontrar qualquer um, não? Então porque precisaríamos de um pediatra? Quero dizer, porque manter uma rotina de acompanhamento com médico específico? Cacilda!!!

Tudo bem, continuemos. Logo depois, na mesma noite, meu irmão nos ligou perguntando como estava a Helena, se estava tudo bem, se estava mamando, dormindo. Depois de contar ele sugeriu levá-la no pediatra que esta cuidando do Henry, meu sobrinho de 6 meses. Foi quando então surgiu toda a história que trataremos neste artigo.

O Sr. em questão é o dr. Cesar Cavalheiro que na verdade ouço minha mãe falar sobre ele desde que me lembro por gente, como diz o ditado popular de Itatiba, ou seja, desde sempre.

O primeiro contato que tive com ele foi quando minha mãe passou a me levar para consultar com ele, porque ela tinha tido hepatite no hospital logo depois a cesariana e por conta disto tinha ficado meio fraquinho com algumas doenças normais de criança. Na verdade ele, agora pude ver, atendeu minha mãe em 3 pontos diferentes sendo o primeiro a parte técnica da medicina, ou seja, diagnósticos, tratamentos, remédios, etc. O segundo ele acolheu minha mãe de maneira muito segura, tranqüila, passando sempre toda sua experiência nas diversas situações em que uma mãe de primeira viagem pode se defrontar. Explicando que vários casos monstruosos aos marinheiros e marinheiras de primeiras viagens na verdade é nada mais nada menos do que reflexos naturais, necessidades fisiológicas dos bebês, crendices populares, superstições, etc. A terceira maneira e não menos importante é o lado paizão, despojado, tipo mestre Yoda, sabe? Aquele em qual recorremos para orientar em uma decisão, etc.

Gostei muito de ter reencontrado novamente, gostei muito mesmo. Na verdade, na minha cabeça, analisando melhor, não sei responder o que eu realmente imaginava sobre ele, se ainda estava vivo, se estava trabalhando, atendendo as crianças mesmo passado tanto tempo. Seriam 26 anos mais ou menos, em uma conta rápida pois hoje tenho 33 anos, consideremos que minha mãe tenha me levado até meus 7 anos de idade. Fazendo nove vezes fora, dá 26.


Fiquei muito contente em voltar à mesma rua, ao mesmo consultório, depois de anos, levando minha filha para reencontrar uma pessoa tão querida e competente quanto ele. Fiz questão de revê-lo, de dizer que ele tinha cuidado de mim, que estava cuidando do meu sobrinho, de perguntar se ainda lembrava de mim e que aquela era minha filha para ele cuidar também. Que fiz questão de levar à ele. Fiquei muito contente com tudo isso. Valorizo muito a experiência, o profissionalismo, o dom, o talento para relacionamento e no caso dele também, o dom e a dedicação à profissão.

Seja em festas de aniversários, reuniões de famílias, festas de final de ano, virava-e-mexia tinha alguma criança pequena, uma mãe contando maravilhas sobre seus filhos e a minha mãe contando histórias do dr. Cesar Cavalheiro. Como ele tinha quebrado mitos, crendices populares, cuidados em excesso, o que tinha receitado pra mim, ou pro meu irmão ou pra minha irmã. Como tinha acalmado o desespero de minha mãe quando minha perninha estava dura, retraída, por causa de uma vacina mal aplicada no postinho de saúde. Minha mãe tinha certeza que era algo do tipo poliomielite, nunca era nada, sempre era algo.

Então, era nestas situações, que entrava o doutor Cesar Cavalheiro, tranqüilizando, receitando algo, ou geralmente não receitando. Dizendo para minha mãe esquecer aquela bobagem, de que criança chorar era fisiológico, que criança não era coitadinha, muito interessante.

Entre estas e outras que o dr. Cesar Cavalheiro foi gradualmente se tornando um personagem, um cavaleiro das Cruzadas, medieval, não pela idade mas pela importância. Na minha cabeça tinha se tornado um personagem de cinema, uma figura tipo 007. Interessantíssimo.

Acredito que não somente eu e meus irmãos mas também e principalmente minha mãe tinha se beneficiado com ele. Muito por causa das quebras de crendices e superstições, pela tranqüilidade que passava, talvez também pela figura de paizão que representou à ela e agora representa a mim. De uma maneira geral sinto o efeito disso tudo como se fosse antídoto ao medo de pai, de algo ocorrer de errado com o nenê. Confio que se existe alguém que pode ajudar minha filha a ficar longe de algum mal tipo gripezinha este alguém é o dr. Cesar Cavalheiro. É a segurança que passa.

Durante a consulta da semana passada, não desviei um segundo sequer os olhos dele, saboreei cada comentário, absorvi cada indicação, não perdi uma vírgula do que ele disse. Nesta fase de transe em que eu estava passei a reparar e admirar também o profissional dr. Cesar Cavalheiro, agora mais pelo lado da dedicação, do seu gosto pelo ofício, da simplicidade, do direito adquirido pela experiência de 43 anos na estrada da pediatria. Há certo momento da consulta ele disse que as vezes ele lembra das recomendações que fez a pacientes há 30-35 anos e se pergunta, seria ele mesmo que tinha feito aquilo? tamanha foram as mudanças ocorridas ao longo dos tempos. Por trás fica a mensagem de quão o profissional esta atualizado, conectado às mudanças apesar de idades, 73. Na sua mesa uma pequena pilha de revista em inglês sobre doenças infeccionas em recém- nascidos, deve ser exemplar de assinante. Não há computador, vários lembretes para retornar ligação a pacientes, há uma pequena ante-sala com maca para examinar os pequeninos.

O ponto mais interessante foi quando disse que as crianças chegaram a um ambiente, a uma família, onde já existia um conjunto de hábitos, costumes e que este ambiente não deve ser alterado ou adaptado ao mundinho dela e sim ela se adaptar ao ambiente pré-existente pois desta forma aprenderá que o mundo adulto não girará ao redor dela, que precisará desenvolver sua capacidade de sobrevivência e autonomia. Disse também que no primeiro mês a adaptação do nenê é consideravelmente grande e não só dela mas também a família estará se adaptando. Por isso nestes 30 dias o nenê poderá dormir no quarto dos pais mudando logo em seguida ao seu bercinho.

Reforço o comentário de minha esposa, que na verdade, não tínhamos levado a pequena Helena à uma consulta e sim a uma palestra, com um profissional de excelência, um mentor, e como disse antes um mestre Yoda.

Ao final da consulta, abriu a gaveta da mesa, retirou dois cartões iguais de visita com o telefone da clínica, seu telefone residencial e mais 5 outros telefones residências de outros drs. do mesmo corpo médico em caso de não o encontrar. Disse também que seus pacientes não vão ao pronto socorro, que são atendidos por ele ou por outro médico de sua confiança indicado por ele e também da clínica. Que tinha chegado a hora das perguntas dos papais, que costumava fazer desta maneira, que no começo dizia tudo sobre o bebê, observava isso, aquilo, explicava cada choro, a razão do chorinho quando sem roupa, que de bruços chora menos, o que era reflexo de Móro, e que no final poderíamos fazer toda e qualquer pergunta. A estratégia de condução da consulta é excelente, a palestra é muito abrangente, a consulta é ótima, no final não existe dúvidas.

Esta foi a segunda parte que prometi, no início, analisar, o lado profissional. Mas antes de finalizar farei mais alguns.

Não pude deixar de ficar surpreso com a diferença entre os dois profissionais, primeiro a que recusou a dar o telefone residencial e segundo o que nos deu uma palestra de como é ter um recém-nascido em casa, como recebê-lo e prepará-lo ao mundo e de como ser papai. Não crucifico a doutora assim como não crucifico o mau chefe e o mau líder, excelência é mais uma questão de vontade, dedicação e talento e não obra do mero acaso.

À tempo, fico satisfeito com este tributo ao dr. Cesar Cavalheiro.

Deus lhe abençoe.

Muito obrigado dr. Cesar Cavalheiro e à Deus principalmente.

Pai da Helena.

13 comentários:

Beatriz Cavalheiro disse...

Olá Sandro,
sou Beatriz, filha do dr. Cesar. Suas palavras são emocionantes e deixaram-me extremamente orgulhosa!
Por acaso percebi que a Helena faz hoje 1 ano! Parabéns a ela e à sua família! Que os desafios deste ano que passou tenham sido vencidos com triunfo e alegria e saiba que as coisas só melhoram com o tempo (palavra de mãe). O seu querido médico também tem aprendido muito na prática, como avô. Tenho certeza que vem se transformado num profissional ainda melhor (e realizado). Obrigada pelas palavras, parabéns pela filha e só um detalhe: Cesar nasceu em 01/12/41 e é um pouquinho mais novo do que diz seu blog! Abraços,
Beatriz (bgcavalheiro@yahoo.com.br)

Beatriz disse...

Tb erei a data da Helena. É dia 9 não é? Vale o Parabéns. Beatriz.

Unknown disse...

olá Sandro!!
somos de Limeira e
tambem somos fãs do Doutro Cesar
nós temos 2 filhos , 24 e 21 anos,
e sempre foi assim Deus no céu e
Dr Cesar na Terra....
abços e felicidades pra vc e sua familia
Marcia e Humberto

DEGA disse...

ola Sandro!!!
Vc fez de suas palavras o que milhares de mães gostariam de expressar ao Dr CESAR!!
Eu, tb há 26 anso atras, cheguei na CLINICA LANE com o VITOR e 03 anos depois com o VINICIUS!!
Me deparei com aquele médico, calmo, tranquilo e sábio..
em uma consulta, cheguie desesperada,(mãe de primeira viagem) com o VITOR febre 39, ele me pediu calma, me garantindo que o ViTOR NÃO INCENDIARIA(RSRSR)..
Um anjo, que um dia me disse que estava encaminhando meu filho pra um oncologista(DR ARTUR)-tumor nádega D, mas que tudo acabaria bem, que tudo daria certo!!
DEUS o ouviu Dr Cesar, hj o Vitor esta com 26 anos, veterinario, e esta super bem .(dou enfase aqui ao empenho de outro anjo.DR BARBI)
Um anjo, que Deus colocou em nossas vidas para nos tranquilizar, nos orientar e para aliviar os tormentos comuns dos recem nascidos!!
Dr Cesar,muito obrigada por tudo, e que Deus lhe pague com saude, serenidade e sabedoria!!
DEGA- MORUNGABA-SP

Kárita disse...

Graaaaaaaande Dr César. Lí este post e garanto que conseguiu descrever perfeitamente aquilo que sinto no Dr César. Ele foi pediatra do pai da minha filha, e agora cuida da nossa pequena Beatriz também. Sou de Americana e tive muita dificuldade com os pediatras daqui, principalmente por não saber a quem recorrer na hora do desespero, pois como você mesmo disse ELES NUNCA NOS ATENDEM NA HORA QUE PRECISAMOS. O Dr César nos ajudou e continua nos ajudando muito. Ele AMA aquilo que faz, e talvez seja essa a diferença dos outros "profissionais" que encontramos hoje em dia. A gente sente o AMOR pelo que faz nos olhos dele. Ao Dr César, meu muito obrigada!

Anônimo disse...

Olá, Sandro!

Excelente idéia essa homenagem ao Dr. César. Vou aproveitar e contribuir um pouco mais para retratar o profissional que ele é.

Nossa filha, Mariana, hoje com 4 anos, fez sua primeira consulta com ele logo na primeira semana de vida e ele só de olhar já carimbou: "Essa menina vai ser muuuuito ativa". Acertou em cheio.

Realmente, ele passa uma tranquilidade enorme para os pais e os diagnósticos são muito precisos. "Essa febre, esse mal estar, vão aumentar por mais dois dias e depois regridirão". Na mosca, invariavelmente. Nenhuma neurose de pai de primeira viagem resiste à tranquilidade do Dr. César.

O Dr. César está disponível a qualquer hora, retornando as ligações e sempre pedindo para retornar caso a criança não melhore.

Poxa, temos só a Mariana e ter encontrado o Dr. César foi muito bom. Foi indicação do Dr. Barini, que fez o parto da Mariana. Duas grandes contribuições do excelente Barini, sem dúvida.

Outra coisa que ninguém ainda comentou: o "alucinado" tem duas salas para atender as crianças. Enquanto consulta uma, a outra criança já está sendo "preparada" na outra sala. Ele sai duma e entra noutra, no ato. Impressionante.

Para fechar, o cara é bom mesmo, muito simpático e um exemplo de profissional dedicado que ama o que faz, para sorte nossa!

Abraços,

Marcelo Menossi (menossi@unicamp.br)

Anônimo disse...

Dr. César foi o anjo que Deus colocou no meu caminho no dia 10/07/2013.
O meu marido já o conhecia e confiava muito, mas eu, mãe de primeira viagem ainda não!
Eu tive um parto humanizado, natural, preparei-me a gestação inteira para isso e também para o aleitamento materno exclusivo.
Para o meu susto, já nas primeiras horas de vida da Cora comecei a ter dificuldades para amamentá-la.
Eu tinha muito leite, mas as mamas estavam engurgitadas.
A pediatra me disse que Cora tinha fome e que eu tinha que entrar o leite maternizado (NAN da vida!).
Minha bebê tinha apenas 18 dias! Tudo o que eu almejava ia para o buraco! meu sonho de amamentar, toda a leitura que fiz durante o tempo de gestação que me demonstraram a importância da amamentação estava sendo uma utopia na minha vida. Que momento terrível da minha vida. Em média minha filha engordava 13 gramas por dia, quando o ideal era de 20 a 30g/dia.
Teorias...que me deixou quase louca.
Ninguém, com raras exceções, infelizmente, analisa o ser humano como alguém que tem seu tempo pra tudo. Cora estava chegando ao mundo e passava-sse por um momento de transição, adaptação ao mundo novo dela, fora da minha barriga.
Dia 10/07/2013 uma luz, por meio das orientações do Dr. César, me mostrou que nada estava perdido, que eu poderia amamentar sim exclusivamente.
Dr. César conseguir tirar risos de rostos com lágrimas de tristeza.
Segui exatamente como ele me orientou. Não nego também que vai muito também do querer da mulher e buscar energia de Deus para conseguir amamentar quando as mamas estão feridas, bebê chorando, tendo q ficar massageando as mamas qdo o bebê não está "pendurado" tentando mamar. Tadinhos!
Sofri, não nego! muito! dor física, mental, dor na alma.
Mas, com a ajuda de Deus e dos anjos que ELE nos envia, como o Dr. César, consegui!!!!!
Em 10 dias voltei lá com Cora engordando 38 g/dia. Parei de ficar neurótica controlando o peso.
Ele disse pra eu não ficar presa a essa média diária que oscila. Eu antes fui orientada a só pensar nisso, Jesus qto sofri antes.
Enfim, chega de detalhar tanto.
Hoje o que Dr. César diz é lei lá em casa.
Até tentei encontrar outros pediatras na minha cidade, mas não confio, não adianta!
Agora mesmo estou aguardando uma ligação dele porque Cora não está muito boazinha.
Recomendo esse ser iluminado como médico do seu filho (a).
A minha homenagem fica aqui também para ele! meu respeito e admiração!
Deus lhe pague por tudo, Dr. César!
O valor da consulta passou a ser um investimento na saúde da nossa Pequenina!!!

Anônimo disse...

Tenho 10 sobrinhos e 05 sobrinhos neto e todos foram pacientes do Dr.Cesar. Por ter trabalhado com ele no Centro Médico sempre se recusou a cobrar as consultas e sempre nos atendeu a qualquer momento em que precisamos. Temos todos o Dr. Cesar dentro de nossos corações com amor e gratidão.
Clara Regina Souza.

Unknown disse...

Dr César é uma raridade nos dias de hoje, um profissional experiente e atualizado que passa segurança e que ama sua profissão, enquanto outros pediatras se escondem fora do horário comercial, ele está sempre presente para te ajudar a cuidar dos nossos filhos. Muito mais que um pediatra ele é nosso amigo, nosso anjo que Deus nos enviou para nos ajudar. Que Deus dê muita saúde ao Dr César para que ele possa estar conosco por muitos e muitos anos. Somos muito gratos por cuidar do Arthur desde os 3 meses, levamos ele no PS é o dr que o atendeu disse que ele tinha asma e que precisaria ficar internado. No dia seguinte a quase 12 anos atrás levamos nosso bb com muita tosse no consultório e ele olhou, examinou tudo e mais um pouco e falou este é um bb chiador, vamos cuidar dele que antes dos 3 anos tudo estará normal e assim foi, estamos com ele desde então o Arthur não cabe mais na maca mas vai lá todo ano, tem uma saúde de ferro tomou antibióticos uma vez, não vai a PSocorro só com o Dr.. Gratidão eterna ao amigo Cesar Cavalheiro um grande pediatra e um ser humano de extrema qualidade. Um abraço.

Unknown disse...

Boa noite o Dr Carlos atende na onde poderia me passar o número telefone para marcar consulta?
Tem ideia valor consulta?

Unknown disse...

Boa noite o Dr Cezar atende qual consultório poderia me passar telefone por favor, obrigado.

Cristina Mattoso Ramos de Souza disse...

Paabéns pela linda homenagem!
Lamento informá-lo que Dr César faleceu hoje em Campinas e será enterrado amanhã as 15 horas no cemitério Flamboyant. Deus está de braços muito abertos!!!

Unknown disse...

Meus sentimentos aos familiares e amigos. Será uma grande perca 😪 ele era médico da minha filha, o único de nossa confiança.